4 de março de 2009
Dica: Fóruns que podem te ajudar a esclarecer dúvidas e resolver problemas de informática...
3 de março de 2009
Banda larga é caríssima no Brasil, diz ONU
SÃO PAULO - Um estudo das Nações Unidas feito em 154 países classificou o Brasil entre as nações com o serviço de banda larga mais caro do mundo. A análise também rebaixou o Brasil num ranking geral que leva em conta o custo da telefonia fixa e móvel.
Promovido pela União Internacional para as Telecomunicações (UIT), um órgão da ONU, o estudo avaliou a qualidade da infraestrutura telecom em 154 nações, o grau de inclusão digital em cada país e o custo que estas tecnologias têm para o usuário final.
Para calcular o custo em cada país, a UIT desenvolveu um índice que relaciona o custo de um serviço telecom à renda per capta em cada nação. Nos Estados Unidos, por exemplo, para ter um serviço de banda larga eficaz o usuário compromete 0,4% da renda média daquele país. Já no Brasil, é preciso comprometer 9,6% da renda por habitante
O custo da banda larga coloca o Brasil na 77ª posição num ranking de acesso a serviços de internet. Com o índice 9,6, o Brasil fica atrás de outros países emergentes, como Argentina (7,6), México (5,3) e Rússia (2,2). Até na China (9,6) a situação é melhor que no Brasil. O país asiático é muito prejudicado no ranking, pois o custo da banda larga precisa ser comparado com a renda per capta daquele país, que é baixa, afinal a China tem mais de 1,2 bilhão de habitantes.
Os países do mundo onde a banda larga é mais barata são Estados Unidos, Canadá, Suíça, Dinamarca, Luxemburgo e Taiwan. Nestas localidades, o índice é igual ou menor que 0,7. A pior situação é a de Burkina Fasso. Lá, uma pessoa precisa gastar 5193 vezes a renda média de um cidadão para contratar um link de internet.
Telefonia móvel e fixa
Quando o critério é apenas o custo de telefonia móvel, então o Brasil piora. Numa lista de 154 nações, o Brasil aparece em 114º lugar, atrás de outras nações emergentes como a vizinha Argentina ou os membros do “BRIC, Rússia, Índia e China. Em telefonia fixa, a situação do Brasil é apenas uma posição melhor, com a classificação de 113º. A Argentina, por exemplo, aparece em 30º lugar.
Num ranking geral que leva em conta telefonia fixa, móvel e banda larga o Brasil aparece na 60ª posição, seis classificações abaixo da obtida há um ano, no estudo da UIT divulgado em 2008. Isto ocorre porque outras nações melhoraram o acesso à web de forma mais rápida que o Brasil no ultimo ano.
A favor do Brasil, o estudo registra um esforço de inclusão digital. Desde 2002, o país melhora o índice de penetração da internet nos lares seguidamente. Há seis anos, a web estava presente nos lares de 14,2% dos brasileiros. Atualmente este índice subiu para 20,8%.
A penetração da internet no Brasil é superior a de nações membros do BRIC, mas ainda muito distante do número registrado em países ricos, como Estados Unidos, Japão, Reino Unido ou Alemanha. Nestes locais, a web está em mais de 70% dos lares, afirma a UIT.
Fonte: Info Exame: http://info.abril.com.br
2 de março de 2009
PC WORLD - Matéria: IE, Firefox, Opera, Safari ou Chrome: qual o browser mais seguro?
Faz sentido, mas não podemos ficar conformados com essa resposta simplista. Por isso, nós vasculhamos a fundo as funcionalidades de segurança dos cinco browsers mais populares: Internet Explorer, Firefox, Opera, Safari eChrome. Dissecamos cada um dos recursos e funções de segurança enquanto navegávamos pelos sites mais perigosos e infectados da Internet.
No fim das contas, concluímos que um comportamento consciente do usuário e o hábito de instalar sempre as últimas atualizações trazem um impacto muito maior na segurança do que o navegador escolhido.
"Clique aqui!"
A maioria dos malwares precisa de um cúmplice: o usuário. Você poderia até achar que as pessoas sabem que, ao visitar um site estranho e este oferece um download - desconhecido ou não - , a resposta correta é “Não”.
Mas os novatos não conhecem os limites da segurança. Ironicamente, a grande maioria das infecções ocorre quando um usuário cai em armadilhas como a do falso scan de antivírus (Você foi infectado, baixe este programa de antivírus). Não há navegador que consiga proteger alguém de uma tolice como esta.
A boa notícia é que os usuários espertos que não cometem esses vacilos e se mantêm em dia com os patches não têm muito o que temer, nem mesmo as piores vizinhanças da web.
Em nossos testes, que incluíram exposição a mais de uma centena de sites públicos sabidamente maliciosos, nenhum dos navegadores com updates atualizados permitiram a infiltração de infecções, apesar de não terem sido raras as vezes em que browsers travaram e em que foi necessário reiniciar totalmente o sistema.
Tenha sempre em mente que o navegador não está sozinho nessa batalha. Através do browser, malwares baseados em web podem aproveitar-se de vulnerabilidades no sistema operacional e em plug-ins como Flash, Java e QuickTime.
Além do navegador em si, tudo isso também deve ter os patches atualizados e instalados corretamente. Pra nossa sorte, sabemos que a web também faz esse trabalho sozinha: a maioria dos softwares mais populares, hoje em dia, dispõe de atualizações automáticas – inclusive os navegadores que testamos.
Os cinco grandes
Todos os cinco browsers têm bloqueador de pop-ups, filtros anti-phishing e proteção de senha. Com exceção do Opera, eles permitem navegar em sessões privadas, nas quais o navegador não salva nada que possa ser usado para rastrear seus passos online – histórico, cookies, arquivos temporários etc.
Mas somente dois deles – IE e Firefox – têm o melhor recurso de todos: zonas de segurança configuráveis, o que permite que usuários estabeleçam diferentes níveis de segurança para diferentes sites, baseado em suas respectivas confiabilidades.
Por exemplo, é possível criar uma “zona” na qual sites obscuros e com visual sombrio precisam passar pelas medidas mais rigorosas do navegador, como desativar o JavaScript – que muitas vezes tem um papel importante nessas questões maliciosas. O Firefox e o Internet Explorer também deixam que seus usuários desativem complementos – diferentemente de Safari, Opera e Chrome.
Esses recursos fazem um papel importantíssimo de manter o usuário seguro. Eles variam dependendo do navegador: alguns possuem certas funções, outros não. E certos browsers são simplesmente melhores no quesito segurança do que outros. A seguir, um rápido olhar sobre cada um dos cinco navegadores.
Microsoft Internet Explorer 8 beta 2
Prós: O Internet Explorer ostenta mais de 1300 controles de segurança, enquanto o vice-líder nesse aspecto (Firefox) possui 150. O IE tem cinco zonas de segurança facilmente configuráveis e permite que você desative o JavaScript e os add-ons. É o único navegador com Controle de Pais.
Contras: A popularidade do Explorer faz com que seja o alvo principal dos hackers. Seu suporte singular ao ActiveX (outra forma pela qual malwares entram num PC) traz uma ameaça adicional de segurança da qual outros navegadores não sofrem.
Leve em conta: Os excelentes controles de segurança do IE deveriam ser confrontados com o fato dele ser o navegador mais atacado do mundo.
Mozilla Firefox 3.12
Prós: Este veterano de Guerra possui zonas de segurança e um gerenciador de complementos já incluso que permitem desativar facilmente add-ons e JavaScript.
Contras: Configurar as zonas de segurança, no entanto, não é fácil.
Leve em conta: O Firefox é uma boa opção de navegador para usuários domésticos.
Apple Safari 3.2.1
Prós: O Safari oferece o filtro anti-phishing mais eficiente, além de sempre perguntar ao usuário sobre download de arquivos. O Safari (assim como o Chrome) faz um belo trabalho ao cloquear cookies indesejados.
Contras: Fica devendo zonas de segurança e a capacidade de desativar add-ons.
Leve em conta: Apesar de ter um visual muito bacana, o Safari é uma caixinha de surpresas quando o assunto é segurança. Mesmo assim, o browser da Apple – se totalmente atualizado e rodando em um sistema com os últimos patches – pode ser um ambiente seguro.
Opera 9.63
Prós: O Opera possui diversos controles de segurança e boa proteção contra os chamados DoS (Denial of Service).
Contras: não oferece zonas de segurança, função de desabilitar complementos, nem navegação em sessão privada. Sua falta de suporte para os principais recursos de segurança do Windows pode colocá-lo em alto risco.
Leve em conta: O Opera é um bom navegador, mas não foi exposto a provas severas de ataques constantes. O suporte para os recursos de Data Execution Prevention and Address Layout Space Randomization do Windows é necessário antes que seu uso seja altamente recomendado.
Google Chrome 1.0
Prós: JavaScript roda dentro de uma máquina virtual. O Chrome (como o Safari) faz um bom trabalho ao bloquear cookies indesejados.
Contras: O Chrome não consegue desativar o JavaScript – um grande problema considerando-se que Java está envolvido na maioria dos eventos maliciosos da web. O Chrome permite que senhas sejam mostradas em texto pleno, o que pode expô-las a quem estiver por perto do PC, e foi afetado por problemas relativamente simples de sobrecarga de buffer.
Leve em conta: O modelo de segurança que o Chrome segue é excelente, mas as escolhas que o Google fez para seu navegador foram péssimas. Mais problemáticas, as vulnerabilidades encontradas no Chrome são tão simples e comuns que o Google poderia tê-las evitado.
Dicas de Sites de Fabricantes
http://www.dlink.com.br/suporte/index.php
http://www.dlink.com.br/internet/suporte/emuladores.htm
IR 2009 - Veja o que muda na entrega da declaração online este ano
Software
A nova edição do software IRPF2009, necessário para o processo, passa a ser única. “Desta vez, a versão para deficientes é a mesma do programa geral”, explica o Supervisor Nacional de Imposto de Renda, Joaquim Adir. Até então, os deficientes tinham que baixar um software específico.
Outra mudança no software é sua interface, que está mais amigável, segundo o supervisor. “Ele também facilita a impressão, pois gera a declaração completa, com recibo, em arquivo PDF”, diz.
Até 2008, se o usuário tivesse o arquivo da declaração, era preciso usar o programa da Receita Federal para imprimir o documento. Uma versão de testes do IRPF2009 foi divulgada em dezembro do ano passado.
Recibo: alerta contra fraude
Outra mudança deste ano é que os usuários não precisam mais do recibo da declaração do ano anterior. Adir, contudo, recomenda seu uso para evitar fraudes.
“Com o número, evita-se que alguém de má fé envie a declaração no seu lugar. Se declarar com o recibo, o documento que está na base sem o número será substituído pelo novo”, aconselha Adir.
Limite de horário
Para os atrasados, uma boa notícia. O prazo do último dia, 30 de abril, foi estendido de 20h para a meia-noite. Mas a atitude em nada tem a ver com possibilidades de pane por excesso de envio das declarações, afirma o supervisor.
A expectativa para este ano é que o total de declarações entregues salte das 24,3 milhões registradas no ano passado para 25 milhões.

